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terça-feira, 5 de julho de 2011

alien teenager

      8°capitulo
     De manha cedo eu acordo ainda um pouco assustado, olho para os lados para ver onde isto, o carro esta em uma estradinha de areia do lado do carro tinha um bar, tipo aqueles do faroeste, olho para traz, Victoria não tava lá. Vou para o bar, lá só tinha aqueles motoqueiros que só viaja e só arruma confusão e alguns senhores bêbados, de longe vejo minha professora com Victoria
    -Bom dia bela adormecida – disse Victoria
   - Bom dia – disse eu – você não deveria ta toda machucada
   -Eu curo rápido – disse Victoria-  você já deve saber
      Isso ela tinha razão, eu me lembro de quando eu era criança eu caída da bicicleta, eu fiquei com vários machucados graves mais depois de 1 hora os machucados viraram apenas cicatriz
    -Catherine – disse eu – que bicho era aquele que nos ataco?
     -Primeiro meu nome não é Catherine Smith, meu nome verdadeiro e Sara, aquilo que ataco vocês era um guerreiro – disse ela em tom de obvio
    -Não essa a outra
    -Há- disse a Sara(Catherine Smith)- era a Coisa
   -Perai, o nome dela e Coisa?- pergunto
   -Não exatamente- disse Sara(Catherine Smith) – e outro nome complicado, mais traduzido para língua humana e Coisa
     Que nome complicado e esse?, eu não sei mais também nem quero sabe, depois de um tempo eu como umas panquecas, a Sara(Catherine Smith) e a Victoria ficaram so me vendo comer
     -Nossa – disse Victoria – ta com fome em
     -Eu to horas sem comer nada- disse eu de boca cheia
  Depois que eu acabai eu limpo a boca e falo
   -Para onde nos vamos?- pergunto
 -Você vai ficar aqui, ne Sara – disse Victoria
 -Ele vai ter que vim – disse Sara – ele e um de nos
   Victoria fico muito com raiva, ela vai para o carro e deixa eu e Sara(seja la o nome dela) sozinhos
  -Para onde vamos? – pergunto mais uma vez
    -Para o Brasil – disse ela – temos que acha os outros
   -Ta bom  - disse eu
    Depois  disso Sara chamo o garçom e pago a conta
    -Vem – disse ela – temos quer parti o mais rápido possível daqui
    La fora começo a surgi nuvens de chuva, Sara começo a ficar nervosa.
    -Ela não morreu – disse Sara
   Um medo começa a surgi dentro de mim, eu sabia de quem ela tava falando
    -A Coisa não morreu?- pergunto
    -É – disse Sara – e ela ta usando todo o  poder dela para acha nos
    Sara corre ate o carro e pega um saquinho cheio de areias
    -Engole isso – disse Sara
    -Eu não – disse eu – isso e nojento
    -E o único jeito de a Coisa não acha você
     Eu pego um pouco de areia e engulo, Sara chama Victoria e da também da a areia para ela. Depois de alguns minutos as nuvens voltam de onde vieram, duas horas mais tarde nos estávamos no México.
   -Deixem tudo que vocês usaram nos últimos dias no carro – disse Sara
      Eu obedeço, jogo tudo no carro(só fico com minha roupa do corpo e minha espada ), Sara joga gasolina em cima do carro e depois ataca fogo no carro, nos ficamos ali vendo o carro queimar durante uma meia hora.Depois de ficar meia hora vendo tudo do passado queimar nos fomos para o aeroporto  internacional do México.
      -Por favor, os RGs  e os Passaporte – disse a atendente
     Sara tira do bolso os RG's e os Passaportes  do bolso, como ela conseguiu fazer documentos falsos tão rápido eu passei todo tempo com ela, a atendente da os documentos e passagens
    -Boa viagem – disse a atendente
    O avião ia sair daqui  10 minutos então saímos correndo para não perde o avião
 -Como você conseguiu fazer os documentos? – pergunto correndo
  -Eu já esperava que isso ia acontecer um dia – disse Sara
   Embarcamos para o Brasil, eu não sabia para onde eu ia mais nem to ligando portanto que um dia eu possa vinga meus pais e Dean pra mim ta tudo bem

sexta-feira, 24 de junho de 2011

alien teenager

               10 de outubro

    Meu dia a dia foi o mesmo, ia para escola correndo, assistia a aula e de pois  voltava correndo para casa eu tava ate me acostumando a isso, ate que um dia tudo isso mudo. Eu estava em minha ultima aula do dia e da semana, entro na sala, olho para o fundo e vejo que Victoria ta la, vou andando em sua direção
  -Oi – disse eu – tudo bem
    Victoria não estava prestando a atenção em mim (come sempre), ela parecia nervosa, só ficava olhando para os lados, parecia que ela ta esperando alguém ataca ela
  -Oi – disse ela – e não ta nada bem
 -O que ouve? – pergunto para ela
-Nada – disse ela – eu só quero sair daqui
    Depois de um tempo a professora começa a aula, a professora começa a explica uma matéria nova, eu não consigo entender nada, porque a Victoria fica so falando: por que agora?
     Eu não sabia o que isso significa, mais sabia que tava deixando Victoria com medo, depois de um tempo o sinal bate, Victoria sai correndo da sala, corro atrás dela
 - O que ta acontecendo com você?- pergunto a ela
 -Você nunca vai acredita em mim- disse ela
     Barulhos de passos começa a vim da entrada, mais não parecia um barulho de passos de pessoa, era uma coisa maior, parecia de passos de elefante, a porta a arrancada, de la sai um cara enorme
    -Sai daqui – disse Victoria
     Eu fique ali parado, eles me acharam, eu estava morto, o que eu ia fazer agora. O cara devia ter uns 2 metros e meio, tava de sobre tudo preto, a bota dele parecia uma barca, seus olhos era como a escuridão sem fim. Ele tira de suas costa uma pistola e mira em mim, o tiro não me acerta, o tiro acerta e a Victoria. Ela cai a 15 metros de distancia, o cara vem em minha direção,estranhamente,o cara só me encara, ele queria e Victoria, eu tinha que ajuda ela. Corro na direção dela, paro na frente do cara
  -Sai da frente garoto – disse ele – sua hora chegara
  -Não – disse eu
 Ela olha para mim com um sorriso
   -Assim seja- disse ele
    Ele tenta me ataca, mais por minha surpresa eu consigo desviar, eu não era so rápido na corrida também era rápido em meus refresco. O cara olha para mim com espanto, ele tenta me ataca de novo, mais eu desvio de novo,coloco toda minha força em minhas mãos e dou um soco em sua barriga, ele cai a 10 metros de distancia. Ajudo a Victoria se levanta, ela olha para mim com espanto
   -Como você fez isso?- pergunta Victoria
  -Eu não posso falar
    Começo a ouvir outros barulho de passos, mais esse eram diferente, era mais leve, fico olhando ao redor para ver se sai outro cara grande mais não saiu nada, no lugar saiu uma garota, a garota que eu vi no primeiro dia de aula
   -Você tem que sair daqui – disse eu para ela
   -Eu? – disse ela – não, eu acho melhor você correr
   Ela começa a se transforma em uma coisa, seus olhos foram de azuis para pretos, seus dentes fico pontiagudo, no seu pescoço nasceu guelras, seus braços e suas pernas cresceram, as unhas delas eram imensas e afiadas.
   -Quer sair com eu – disse ela dano um sorriso ou seja la o que for
    Ela corre em minha direção, tento desviar dela, mais ela e mais rápida, caio no chão com o braço sangrando muito, depois a coisa(acho que vou chama ela de coisa!) ataca Victoria, ela já tava machucada, então ela fico mais ainda, e assim que eu vou morrer, mais pelo menos eu vou morrer lutando. A coisa ficou passando suas garras em me rosto
    -Que desperdiço  ter quer machucar esse rostinho tão lindo– disse ela – mais não leve a mal garoto
   Ela levanta seu braço para me ataca, mais antes ela da um gemido e caio em cima de mim e se transforma em pó, olho para traz dela e pela primeira vez eu fico feliz de ver uma professora, era a minha professora de latim a Catherine Smith, ela core em minha direção
   -Tudo bem com vocês?- pergunta ela
  -Não
   Ela corta um pedaço da sua blusa e coloca no meu braço
   -Segure firme – disse ela – cadê o Dean , seu protetor?
   -Como você sabe que ele e meu protetor? – pergunto
   -Porque eu sou a protetora da Victoria – disse ela – você consegue andar?
   Fiz que sim para ela, ela pega Victoria no colo e sai andando para porá de saída e eu vou atrás dela. Entramos no carro dela e fomos embora
    -Temos quer avisar Dean – disse eu
    -Isso e uma coisa que temos que conversa mais tarde – disse ela – ele mando isso para você
   Ela joga no meu colo uma espada, era a espada o meu pai, certa vez Dean disse  para mim que so era para mim usar essa espada quando ele morrece
   -Espera ai, você ta falando que Dean morreu? – pergunto a minha professora(protetora da Victoria)
    Ela não falo nada, começo a chorar, e agora o que eu vou fazer, primeiro eu perco minha mãe e meu pai, agora eu perco meu pai, começo a ficar com raiva
  -Pare o carro – disse eu
 -Não  dise ela – eu não posso deixa você ir la lutar contras os mogarianos, alem disso você não pode fazer nada machucado, treine primeiro e depois você vai se vingar
   Demorou para minha raiva passar, mais ela passo, e cai no sono no banco da frente

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O caderno de Lilly - Décimo quarto capítulo

Narrado por Pedro (de novo):
Ele estava me levando por um corredor, mas eu logo soltei a mão dele e disse:
-Cara, que maluquice! Onde tu ta me levando???
E ele:
-Confie em mim.
Ele ficou me encarando, eu olhei pra mão dele, peguei ela e disse:
-Eu confio em você.
Não falamos por todo o trajeto, tava tudo em silêncio, até que ele parou e eu disse:
-Onde tu quer me levar?
E ele:
-Em um lugar seguro para falar com você, a Lilly...
Ele abaixou a cabeça e começou a chorar, e eu disse:
-O que foi?
E ele:
-E-e-ela, vai ter que...
Fomos interrompidos por outra coisa muito sinistra! Era metade cobra metade onça, sem explicação aquele treco, o Henrique ficou parado, encarando aquele treco, e eu disse:
-Ta doido??!!!
E ele:
-Espera é o Ed, meu amigo.
E eu não acreditando disse:
-S-s-seu amigo?!
E o treco disse:
-Olá, meu nome é Ed!
Ele meu deu um abraço com aqueles braços de onça sinistro e depois disse ao Henrique:
-O que vocês estão falando e fazendo aqui?
E o Henrique:
-Não estamos falando de nada. E estamos fugindo.
E eu fiz que sim com a cabeça, mas depois veio aqueles bichos e de repente o Ed disse:
-Para trás!
Ele começou a lutar com o monstro, foi muito estranho depois disso o Ed disse outra coisa:
-Fujam, estou ficando fraco!
Eu comecei a correr, mas quando fui olhar para trás o Henrique estava parado lá e ele disse:
-Não vou sem o Ed!
Ele começou a encarar aquele bicho que parece um morcego e disse:
-O que vocês querem??
E ele:
-A Lillian!!
E o Henrique:
-Para pegar ela vocês teram que passar por mim!
E os bichos começaram a rir, mas depois ficou sério e disse:
-Você não tem chance! É magrinho, nem tem força direito e ainda por cima não sabe nem segurar um martelo direito, até seu amigo ali é melhor!
O Henrique começou a ficar com raiva, e depois ele correu na direção do bicho, pegou um garfo que havia caído no chão, e começou a tentar escalar o bicho.

sábado, 18 de junho de 2011

O caderno de Lilly - Décimo terceiro capítulo capítulo

Ainda narrado por Pedro:
De repente eles disseram:
-Entregue a Lillian!
E eu:
-Opa, opa! ela não está comigo não!
E eles:
-Acha que somos idiotas?!
Eu nem respondi pois eles começaram a me perseguir, comecei a correr e correr, de repente vi um garoto de moto dizendo:
-Se não quer morrer senta aqui.
Sem dizer nada entrei:
-Beleza, mas quem é você?
Ele tirou o capacete e falou:
-Isso responde sua pergunta?
Era o Henrique, logo eu disse:
-Ta, mas onde conseguiu essa moto?
E ele:
-Vamos dizer que eu peguei emprestada sem pedir...
E eu disse:
-Ow... Acelera aê, eles tão vindo meu!
Ele logo acelerou quando escutou um barulho, era a Lilly gritando:
-Socorro! Socorro!
O Henrique deu meia volta e eu disse:
-Ta doido cara??!!!
Logo ele deu umas viradas que confundiram os morcegos, e eu disse:
-Ué? sabe dirigir é?
E ele gritando por causa do barulho:
-Não sei não! Tava no piloto automático... Que acabou de quebrar!! AHHHHH!!!!
E eu:
-Foge cara!!!!
Começamos a correr que nem malucos, de repente eu tava correndo o Henrique se escondeu, eu tava correndo e ele puxou o meu braço e disse:
-Ssshhhh!!! Me segue!
Sem falar nada comecei a seguir ele, tudo estava muitooo estranho!

sábado, 11 de junho de 2011

alien teenager

                4 de outubro de 2010

      A escola que eu to estudando e como as outras, tem valentões, nerds, e garotas que se acha. Fui para diretoria para pegar meu horário, a secretaria que me atendeu na diretoria era da Espanha, então não entendia nada o que ela falo. Depois de fica esperando por muito tempo a inspetora foi me leva para a sala
   -Essa e sua sala – disse a inspetora batendo na porta
  -Oi – disse a professora
   -Esse aqui e seu novo aluno – disse a inspetora
   A professora pega um papel da mão da inspetora e ler meu nome(que eu não sei)
   -Vem Sam Warwick – disse a professora – meu nome e Catherine Smith, sou sua professora de Latim
     Entro na sala, todo atenção esta em mim, começo a ficar vermelho, no meio de todos aqueles adolescentes vejo uma garota loira, de olhos azuis, a gorota olha para mim e da um sorriso, aquele sorriso me tranqüilizo
   -Parece que vou ter que colocar você com a  Victoria  - disse a professora
  Todos os alunos começa a rir, a professora aponta la para o fundo,  a Victoria estava la no fundo,  vou andando para o fundo e Victoria começa a me encara.
  -Oi Victoria
Ela não me respomde
   Victoria era uma garota estilo legal, tava de calça jeans apertada e uma blusa preta, seus tênis era uma botinha rosa Pink, seus cabelos era ruivo e seus olhos era castanho
  -Oi – disse ela
   Olho para frente e vejo que a professora ta me encarando, mais depois que ela me vê olhando para ela, ela disfarça, a professora começa sua aula, mais eu nem to prestando a atenção, to pensando como vai ser minha vida daqui pra frente com coisas me atacando

  Parecia uma eternidade, mais o dia acabo, fui para meu armário guarda meus materiais. Chego em casa  7:40 da noite, Dean tava com a cara no notebook, vendo noticias de alguma coisa relacionado a outros como mim
  -Como foi seu dia Sam?- pergunta Dean
-Bom
 Fui para meu quarto, jogo minhas coisas em um canto e caio na cama, depois de cinco minutos eu desmaiei de cansaço (aprender a domina minha velocidade não e nada fácil)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O caderno de Lilly - Décimo segundo capítulo

Narrado por Pedro:
Cara, o Henrique ta muito estranho, vai dar tudo certo, ele parece uma menina daquele jeito, meu deus! Enfim, depois de um tempo decidi ver como estava o , logo estranhei: o Henrique
estava desmaiado em cima da Lilly, tipo cara, muito estranho, acho que aquele cara deu um piripaque só pode ?! Enfim pelo menos ele estava respirando... Ta não consigo mais fingir!eu pareço esse fortão mas não sou, por mim o Henrique seria meu melhor amigo! Infelizmente essa é a verdade. E por que sou assim? Pessoas, elas parecem cebolas! Cebolas fazem a gente chorar, mas pessoas fazem a gente chorar mais ainda, descobri tudo isso na 7ª série, quando amei a primeira garota, tentei de tudo mas ela não me notava, no fim do ano desisti, e acabei me fazendo desse cara que sou hoje, queria mudar mas as pessoas me desencorajavam tanto que não mudei, acabei ficando esse cara que sou hoje, infelizmente, bom continuando: Fui ver o Henrique na ilha, ele havia desmaiado! Corri logo para ele e disse:
-Você tá bem???
Ele não respondeu, logo entrei em desespero, nenhum dos dois respondiam! Entrei dentro da floresta gritando ajuda, mesmo sabendo que não havia ninguém na ilha, mesmo assim, continuei gritando na ilha, logo depois acabei parando em um mundo super estranho, nem liguei pois o Henrique estava correndo, de repente nos esbarramos, um pra cada lado, e ele disse:
-Pedro?? Como veio parar aqui??
E eu:
-Não faço a mínima idéia, o que estava fazendo?
E ele:
-Só olha pra trás.
Eu olhei, vi uma mulher gritando:
-Você nunca poderá fugir!
E eu olhando pro Henrique disse:
-Uooouuu, o que ta acontecendo???
E ele:
-Nem eu sei... Só sei que ela ta chegando perto, fogeeeeeeeeeee!!!!
O Henrique voltou, e eu:
-Ta maluco cara?????
E ele quase desmaiando disse:
-Fooogee....
Comecei a correr e correr, logo achei duas crianças, um menino e uma menina, e eu disse firmamente:
-Fica longe!! Eu sei sobre vocês.
E eles começaram a chorar e disseram:
-Tudo bem, sabemos sobre seus amigos, aconteceram com a gente também...
E eu disse chegando devagar perto deles:
-Como saem de lá??
Você só sai de lá quando morrer...
E eu:
-Hã???
Eles viraram dois bichos gigantes parecidos com morcegos, e eu disse:
-Pedro! A corda!! Não isso só pode ser um pesadelo...

terça-feira, 31 de maio de 2011

O caderno de Lilly - Décimo primeiro capítulo

Narrado por Henrique:
-O que aconteceu com ela??!!! morreu?!!! AAHHHHHH O QUE EU FAÇO???!!!
E o Pedro (AHHH que raiva dele!!!):
-Calma, relaxa!
E eu:
-COMO ASSIM RELAXAR??!!!! CARA, ELA DESMAIOU SOCORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!! MEU AMOR DESMAIOU!!! AHHHHHH
E ele:
-Calma ela ainda está respirando...
E eu:
-COMO ASSIM AINDA???? COMO ASSIM??
E ele botou a mão na cara e disse:
-Dexa...
Logo peguei a Lillian (ops, Lilly hehehe)pelos braços e levei ela até a beira da praia, o Pedro não estava lá, comecei a chorar e chorar, não sei como explicar como fiquei triste ao vela assim só sei que dueu muito, comecei a correr sem motivo, descobri que amava ela mais do que tudo, de repente comecei correr para dentro da floresta não havia notado comecei a correr por uma trilha que havia achado, depois de um tempo vi que era sem fundo, depois de um tempo olhei para trás não tinha mais volta, olhei para frente vi um mundo lindo perfeito até que ouvi a voz da Lilly (acertei desta vez) dizendo:
-SOCORRO!!!!
Logo esqueci esse mundo e corri em direção á voz dela, corri e corri mas nunca achava ela, de repente vi uma mulher vindo em minha direção e dizendo:
-Se acalme-se, ah! Me desculpe me chamo Sra. Suelly, mas pode me chamar de Sue, bem vinda á Blackesvil.
Gelei aquela hora, mas fazer o que? Era minha única opção. Chegando lá na casa dela tive uma surpresa: A casa era gigante, cheia de videogames e ela disse:
-Sinta-se em casa!
Mas não tinha como me sentir em casa, com o pensamento da Lilly gritando socorro.